A sofisticação dos golpes atuais não vem da conversa: vem da informação. Quando o criminoso sabe detalhes que só o banco deveria saber, existe uma falha anterior ao contato.
A Lei Geral de Proteção de Dados atribui ao controlador o dever de segurança sobre as informações que trata. O vazamento, isolado ou combinado com a fraude, é elemento relevante na discussão da responsabilidade.
Na prática, isso muda o eixo da conversa: em vez de discutir apenas se a vítima 'caiu', discute-se por que o dado dela estava disponível para o criminoso.
Documentar o que o golpista sabia, com precisão, é parte importante da construção do caso.
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Em menos de dois minutos você entende se o banco pode ser responsabilizado.
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