Existe uma janela curta em que quase tudo ainda pode ser recuperado ou, no mínimo, documentado. Ela dura poucas horas.
O primeiro movimento é o bloqueio: cartões, acesso ao aplicativo e, se houver suspeita de invasão, o próprio chip do celular. Em seguida vem o registro formal no banco, com número de protocolo anotado.
O boletim de ocorrência pode ser feito online na maioria dos estados. Ele não devolve o dinheiro, mas é o documento que sustenta a versão da vítima em qualquer discussão futura.
O Mecanismo Especial de Devolução do Pix tem prazo. Quanto mais cedo acionado, maior a chance de bloqueio dos valores na conta de destino.
Por fim: guarde tudo. Conversas, telas, e-mails, comprovantes. O que parece irrelevante hoje costuma ser decisivo depois.
Passou por algo parecido?
Em menos de dois minutos você entende se o banco pode ser responsabilizado.
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