Como funciona

Do golpe à eventual ação judicial.

Transparência sobre o caminho inteiro, inclusive sobre as etapas em que nada precisa ser pago e o caso pode se resolver sem processo.

  1. Etapa 01

    O golpe

    A fraude acontece. Nas primeiras horas, o foco é conter o dano: bloqueios, comunicação ao banco e acionamento do MED em caso de Pix.

  2. Etapa 02

    Registro formal

    Boletim de ocorrência e contestação junto ao banco, com protocolo. É aqui que o caso deixa de ser um relato e passa a ter documentação.

  3. Etapa 03

    Resposta da instituição

    O banco tem prazo para analisar. A resposta — especialmente a negativa — é uma peça central do processo, porque mostra a postura adotada.

  4. Etapa 04

    Triagem e análise documental

    Reunião das provas e leitura técnica: houve falha de segurança? Movimentação atípica? Vazamento de dados? Aqui se define se há tese.

  5. Etapa 05

    Tentativa administrativa

    Reclamação no Banco Central, consumidor.gov.br e Procon. Muitos casos se resolvem nesta fase, sem processo e sem custo.

  6. Etapa 06

    Decisão sobre a via judicial

    Se a via administrativa não resolve, avalia-se a ação judicial: fundamentos, provas, prazos, custos e expectativa realista de tempo.

  7. Etapa 07

    Ação judicial

    Ajuizamento com pedido de devolução dos valores e, quando cabível, reparação por danos. O tempo varia conforme comarca e complexidade.

Em que etapa você está?

A triagem identifica seu ponto no percurso e o que falta para avançar.

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